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OS NOSSOS IMPACTOS SOBRE O CLIMA DO PLANETA

Caro leitor que dá importância para o Planeta que não tem Plano B! Tendo em vista a importância do assunto relacionado ao aquecimento global, o objetivo do presente artigo é divulgar o que nossas ações causadoras de pertubações no sistema climático, divulgado pelo Painel Intergovernamental sobre Mudança do Cima – IPCC, no 5o. Relatório de Avaliação – A Base da Ciência Física, em fevereiro de 2014. Segundo o IPCC, os gases de efeito estufa – GEE contribuiram para o aquecimento médio global da superfície terrestre, provavelmente em cerca de 0,5°C a 1,3°C sobre o período entre os anos de 1951 a 2010; o aquecimento do sistema climático é inequívoco, e desde 1.950 em diante, muitas das mudanças observadas são sem precedentes sobre décadas para milênio. A atmosfera e oceano têm aquecido, o manto de neve e gelo tem diminuído, o nível do oceano está mais elevado e a concentração de gases de efeito estufa tem aumentado; o mundo aqueceu em média 0,85oC entre 1880 e 2012. A atmosfera e os mares aqueceram, o gelo e a neve diminuíram, e as concentrações de gases do efeito estufa aumentaram. A manifestação do fenômeno sobre o mundo, bem como dos seus efeitos, não é uniforme, e o Ártico é onde o aquecimento se faz sentir com maior intensidade; as três últimas décadas foram as mais quentes desde 1850. O aumento da temperatura entre a média do período 1850-1900 e a média do período 2003–2012 foi em média 0,78oC; os oceanos têm acumulado a maior parte do aquecimento, servindo como um amortecedor para o aquecimento da atmosfera, estocando mais de 90% da energia do sistema do clima e muito gás carbônico. É virtualmente certo que os 700 metros superiores do oceano aqueceram entre 1971 e 2010, e provavelmente também tenha sido afetado até o seu fundo. No entanto, à medida que o oceano aquece, ele perde capacidade de absorver gás carbônico, a não ser que a população de baleias cresçam e se firmem com a prevenção à caça, o que pode acelerar os efeitos atmosféricos quando ele atingir a saturação; o mar está se tornando mais ácido pela contínua absorção de gás carbônico; o nível do mar aumentou em cerca de 19 cm entre 1901 e 2010 devido à expansão térmica das águas. No cenário mais pessimista, a elevação pode chegar a mais de 80cm até 2100; o gelo está em recuo acelerado na maior parte das regiões frias do mundo; o regime de chuvas, as correntes marinhas e o padrão dos ventos estão sendo perturbados, aumentando a tendência de secas e enchentes; os efeitos se combinam para gerar novas causas, tendendo a amplificar em cascata o aquecimento e agravar suas consequências; é muito provável que a influência antropogênica, particularmente GEE e o esgotamento do ozônio estratosférico tem o papel principal detectado, observado em modelos do aquecimento da troposfera e o corresponde esfriamento na baixa estratosfera desde 1961; é provável que as influências antropogênicas tenham afetado o ciclo da água desde 1960. Influências antropogênicas tem contribuido para os aumentos observados na umidade contente na atmosfera (média confiança), para mudanças em escala global nos modelos de precipitação sobre a terra (média confiança), intensificação de pesada precipitação sobre algumas regiões de Terra, quando os dados são suficientes (média confiança) até mudanças na superfície e subsuperfície da salinidade do oceano (muito provável); é muito provável que o forçamento antropogênico tem feito uma substancial contribuição para os aumentos para cima do calor de satisfação do oceano, observado desde 1970. Há evidência da influência humana em algumas bacias oceânicas individualmente; mesmo que as emissões cessassem imediatamente, haveria um aquecimento adicional pela lentidão de algumas reações e pelos efeitos cumulativos. O aquecimento produz efeitos de longo prazo e pode afetar toda a biosfera; se as emissões continuarem dentro das tendências atuais, o aquecimento vai aumentar, podendo chegar a 4,8oC até 2100; os efeitos negativos se multiplicarão e perturbarão todos os componentes do sistema climático, com graves repercussões sobre o bem estar da humanidade e de todas as outras formas de vida. O mar subiria mais, ficaria ainda mais quente e mais ácido, haveria mais perda de gelo, as chuvas ficariam mais irregulares e os episódios de tempo severo, mais frequentes e intensos, entre outras consequências. Lemnrem-se, nosso planeta não tem Pano B.

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Alexandre Rosa
http://www.wmfenergy.com
Engenheiro, Observador e Pesquisador do Clima

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